terça-feira, 8 de janeiro de 2013

TESTE

Escuro estava o seu quarto e lágrimas quentes escorriam impiedosamente em seu rosto. Seu coração acelerado apertava. Sem conseguir dizer uma só palavra, o seu soluço e o ar comprimido diziam tudo o que realmente sentia. Sentia como se borboletas estivessem revirando em seu estômago. As palavras não eram necessárias. Afinal, naquele momento, elas não existiam. O seu celular ainda permanecia intacto, e cada minuto que passava era como uma eternidade, não havia resposta, não havia sinal da comunicação esperada. Algo muito importante a incomodava, a perturbava, tirava sua paz.

Depois de muito tempo de choro, um sussurro saia de sua boca. Sim, era um clamor e não era a homens, era a Deus. Mais do que ninguém naquele momento Ele podia confortar, e ela sabia disso. Dentro dela, havia um conflito entre o clamor e o questionamento, como de praxe – sempre tem aquele momento que queremos clamar e ao mesmo tempo questionar a Deus, afinal o orgulho às vezes nos domina

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